A Descoberta do Século!
O artigo “A arma de guerra chamada Barbie“, escrito por Paula Sibila e publicado na Trópico, traz o que, ao menos para mim, foi a maior descoberta de todos os tempos: o engenheiro que projetou a Barbie para a empresa Mattel, nos idos de 1958, havia, antes, trabalhado para a indústria de armamentos americana. E também para o Pentágono.
Uau! Nunca A foi tão igual a B que, por sua vez, esteve tão conectado a C que se projeta tão decididamente em direção a A. Tudo com a sutileza de um míssel!
Minha filha de 4 anos, que intui minha aflição cada vez que a vejo chegar perto (na casa das amiguinhas, evidentemente) de uma Barbie-míssel, me perguntou estes dias “- mamãe, por que você não gosta da Barbie?”. Poderia ter lido o artigo de Paula Sibila para ela, logo após a história dos Três Porquinhos aberta à nossa frente. Mas preferi simplificar, por enquanto, e respondi o que me veio à cabeça: “- porque ela tem sempre a mesma cara!”. E, talvez, porque ela faça todo mundo querer ter sempre a mesma cara, o que é o real problema.
O artigo da Trópico é muito bom e reflete com propriedade sobre estas e outras conexões entre a Barbie e seus primos, mísseis, sua vizinha de parede, anorexia, seu tio, bisturi, e sua meia-irmã mais nova, Paris Hilton.
Nossa singela contribuição à reflexão:
Barbie Eterna (post publicado em 2 de maio de 2007 no Blog Uma a Uma).
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