Novo Estudo Uma a Uma
Metodologia Uma a Uma Deep Dive desvenda a mulher madura em novo estudo. Conheça “As Novas Senhoras”.
Para saber mais, entre em contato:
11 3813-4195
umaauma@umaauma.com.br
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O seriado “Sex and the City” era muito divertido. O filme também é. As razões todo mundo já conhece: moda, humor, consumo, relacionamentos, consumo, amizade entre mulheres, lugares descolados, consumo, sexo, consumo e consumo.
No início da série, muitas eram as promessas. A mais importante delas, assim parecia, era retratar uma geração de mulheres independentes, solteiras, sexualmente livres, profissionais bem-sucedidas, que vivem bem sozinhas e não vêem o casamento e a família como as únicas saídas para a felicidade. Mulheres que gostam de romance e que, na falta de um par que valha a pena, aproveitam a vida e cultivam outros laços afetivos. Em resumo, o seriado parecia anunciar a solteirice como uma modalidade de vida, como outras, e não como um fardo do qual se deve fugir como o diabo foge da cruz. Parecia libertador.
Só parecia, evidentemente. Não teve jeito. O final feliz pastoso, recorrente em nossa cultura, passou por cima das intenções libertárias feito um trator e colocou as 4 (as 4!!!) personagens naquele lugar onde as mulheres verdadeiramente bem-sucedidas devem estar: ao lado de seus homens. Uma, workaholic até o último fio de cabelo, se descamba para o Brooklyn para sorver o ideal de vida que impera no nosso imaginário: família, casa, cachorro e banho de esguicho no jardim. A outra, furacão de desejo e adepta do sexo sem compromisso, estaciona sua libido desenfreada, resolve assentar o facho e comportar-se “direito”, depois de ter sido punida com um câncer. A fofinha Charlotte, bom, nem se fala, mas essa era mesmo uma romântica inveterada. E a “de-tudo-um-pouco” Carrie acaba salva pelo príncipe, no alto de uma ponte sobre o Sena. Que desânimo, não dava para fazer nada diferente disso? Pelo menos com uma, uminha, das personagens?
Aí chega o filme. Oba. Vamos ver o que acontece. Quem sabe agora será diferente? Quem sabe poderemos, finalmente, encontrar novos significados para o secular “happy end” reservado às mulheres? Não vou contar o filme, para não estragar a surpresa (surpresa?) de quem ainda não viu. Mas, aqueles que gostariam de ver a identidade feminina descolada do “encontrei-consegui-casei”, podem tirar o cavalinho da chuva.
Denise Gallo e Renata Petrovic são sócias da Uma a Uma.
Mulheres gostam de homens charmosos, inteligentes, bem-humorados, atenciosos, um pouco cafajestes, bem-sucedidos e carinhosos. Ainda bem que o verdadeiro amor da vida das mulheres é bem mais básico. Na verdade, um pretinho básico: o CHOCOLATE.
Não faltam pesquisas que comprovem esta longa e fiel relação de amor. Algumas afirmam que as mulheres gostam mais de chocolate do que de sexo. O que? De sexo? Será possível? É o que dizem as pesquisas… Espera um pouco: não foi também uma pesquisa que, há algum tempo atrás, afirmou que as mulheres topavam ficar 15 meses sem sexo em troca de um guarda-roupa novo? Sim, foi. O que está acontecendo com as pesquisas? Ou melhor, o que está acontecendo com as mulheres? Mas também não sei se a pergunta que foi feita deixava claro um detalhe crucial: sexo com quem, né? George Clooney? Jude Law? Clive Owen? Bom, isso não se sabe. Mas parece que Mr. Wonka furaria a fila fácil, fácil.
Recente estudo, feito pela Unilever, ouviu 3,5 mil mulheres entre 18 e 35 anos, em 13 países, e descobriu que o chocolate é o prazer mais irresistível que existe. Entre as brasileiras, então, a loucura é total: 84% das participantes colocam o chocolate no topo da lista. O sexo, pobrezinho, aparece em quinto lugar!!! Até buquê de flores vem antes.
Segundo especialistas, as sensações provocadas pelo sexo são muito semelhantes ao que se sente saboreando um chocolate. O chocolate possui propriedades calmantes e libera o hormônio endorfina, que ajuda a elevar a auto-estima, traz sensação de bem-estar e diminui a ansiedade. Tudo muito parecido com o que ocorre no organismo, no auge do prazer sexual. Ou seja, o mesmo efeito, algumas calorias a mais e muita dor-de-cabeça a menos.
As inglesas também perdem a razão diante de um singelo pedaço de cacau evoluído. Uma pesquisa realizada nas ruas de Londres, mostrou que 45% das mulheres abordadas forneceram suas senhas de e-mail a estranhos, felizes da vida, em troca de uma barra de chocolate. Apenas 10% dos homens fizeram o mesmo.
Uma outra pesquisa, feita com mulheres apaixonadas por blogs, constatou que elas gostam tanto, tanto de pertencer à blogosfera que abririam mão de ler jornais e revistas (43%), de seus iPods (42%) e até de beber álcool (55%) para continuar escrevendo ou lendo blogs. Mas, quando mexe com o chocolate, a coisa muda de figura… só 20% topariam fazer a troca.
Mas como saciar esta paixão louca? Se esbaldar de tanto comer chocolate, jogar fora todos os espelhos da casa e aceitar as formas rechonchudas? Como este desprendimento parece ser impossível para as mulheres, elas seguem tentando resolver a equação comer/sofrer.
Enquanto isso, já que é para conquistar as mulheres, este objeto de desejo e culpa amplia seus domínios e avança para novos territórios: xampus, sabonetes e até desodorantes agora querem ser chocolate. Nos oferecem estímulos sensoriais que remetem ao mesmo prazer, enganam nosso cérebro, mas pelo menos não engordam. Algo como o cigarro apagado na boca do ex-fumante. Tomara que, no desespero, as mulheres não saiam por aí bebendo xampu ou comendo barras de sabonete.
Denise Gallo e Renata Petrovic são sócias da Uma a Uma.